quarta-feira, 22 de abril de 2009

A fantasia






Pelo famoso pianista Emil Gilels e sua filha , proponho a audição da Fantasia de Franz Schubert D.940 ou Op.103.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O maestro

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Sergiu Celibidache é um dos meus maestros de eleição, provavelmente um dos mais aqui publicados de agora em diante. De origem romena, foi aluno do maestro alemão Wilhelm Furtwangler e esteve à frente de orquestras como a Berlin philharmonic e Munich philharmonic.
Pela sua batuta trago o libera me de Gabriel Fauré que será, juntamente com o libera me de Giuseppe Verdi (que mais tarde irá ser com certeza publicado), uma das passagens mais bonitas em toda a história da música.

O Magnificat

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Talvez uma das minhas obras favoritas, o Magnificat de Johann Sebastian Bach BWV 243 em Ré Maior. Os dois andamentos que trago são: o dueto de contralto e tenor "et misericordia" ( a sua misericórdia) e o clímax da obra no coro "Fecit Potentiam" (demonstrou o poder). O contralto é Hertha Topper, o tenor é Ernst Haefliger e o maestro é o alemão Karl Richter.

Os estudos de Chopin - parte 1

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Irei ,então ,como foi escrito na publicação anterior, pôr em sete partes os estudos de Frédéric Chopin op.10, op.25 e póstumos. Os estudos serão publicados quatro de cada vez por diversos pianistas. Então, para começar, temos o inconfundível génio do pianista russo Sviatoslav Richter (op.10 nº 1, 3 e 4), e um pianista alemão de nome Wilhelm Backhaus (op.10 nº2) nascido em 1884, que no seu curriculum tem uma particularidade curiosa, a de ter ficado no concurso de piano Anton Rubinstein em primeiro lugar, sendo o segundo lugar atribuído a um tal de Béla Bartok. Deixo aqui então os estudos op.10 nº1 ao 4º.

A introdução aos estudos de Chopin


Tal como no ano passado, a classe de piano dos professores Caio Pagano e Paulo Álvares da Escola Superior de Artes aplicadas de Castelo Branco, vai apresentar (no final do ano em concerto) uma obra integral de um compositor. Se no ano passado com a master class de Roy Howatt se preparou os Prelúdios de Claude Debussy, este ano com o mestre Walter Cosand serão os estudos de Frédéric Chopin. Espero, no final deste ano lectivo, ter uma gravação da integral dos estudos por parte dos alunos para aqui a publicar. Para honrar este evento, decidi publicar no blog a integral dos estudos pelos maiores génios pianisticos do séc XIX, XX e XXI. Evidentemente que os pianistas são muitos e, não querendo publicar estudos repetidos, tive que escolher. Quero salientar que a escolha não se deve à qualidade e, por vezes, nem a uma preferência pessoal (por exemplo, para dar espaço a Vladimir Horowitz, tive que automaticamente descartar todos os outros op.10 nº12 que conheço por melhores que sejam). É claro que esta escolha também é feita dentro das minhas posses discográficas. As minhas sinceras desculpas a pianistas como Alfred Cortot, Claudio Arrau ou Murray Perahia que gravaram a integral dos estudos e poucos ou nenhuns vou poder publicar. Deixo com esta introdução um enorme obrigado ao Pianista e professor Walter Cosand pela excelente master class que nos deu e espero que um dia se repita. Aqui fica uma foto dos alunos (alguns) com o mestre Cosand e com Caio Pagano (a master class foi durante 4 dias, e no último dia nem todos puderam estar presentes). De todos os presentes na foto, obviamente que eu sou o que está a dormir de pé à direita.

domingo, 5 de abril de 2009

Amália

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Se na publicação anterior pus "os outros", agora "ponho-nos a nós". O fado é Lisboa dos meus pais e avós, de boinas, suspensórios e saias longas. É a saudade que corre no meu sangue dum país de que não me lembro.
À intérprete a quem mais devo, faço uma homenagem com: "Fado marujo", "Cuidei que tinha morrido" e "O grito".

"Desde que existe a morte, imediatamente a vida é absurda. Sempre pensei assim."

Amália Rodrigues

sábado, 4 de abril de 2009

A Itália

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Através de intérpretes de uma profundidade artística imensa, o cariz popular das canções de determinado país, desperta a saudade de uma vida que não se viveu e da qual nada nos lembramos senão os filmes e fotografias que temos em nossa posse de nossos pais e avós. Publico aqui duas canções napolitanas. A primeira é Dicitencello vuje (Por favor diz-lhe) e a segunda é Tu ca Nun Chiagne (Tu que não choras). O tenor é Giuseppe di Stefano.

O adagio

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Este adagio pertence à transcrição por Ferrucio Busoni de uma Toccata, adagio e fuga BWV 564 para órgão de Johann Sebastian Bach. O pianista é Vladimir Horowitz no concerto de 1965 no Carnegie hall.

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Pela graça e prazer de ouvir a "mesma" obra (...mesma entre aspas pois desconheço a obra original e as diferenças que a separam destes dois arranjos), decidi publicar ,de uma vez só(por dois génios de dois distintos instrumentos), o mesmo adagio. Este, por sua vez, é tocado pela genial violoncelista Jacqueline Du Pré.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A Tosca - parte 2

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Trago mais um excerto da ópera Tosca de Giacomo Puccini. Os excertos neste blog publicados não seguem uma ordem segundo a história. Achei bem começar com a ária Vissi d'arte e agora segue-se o trio Orsù, Tosca, Parlate (Vamos, Tosca, falai). Neste trio, Scarpia pede a Tosca que diga onde está o fugitivo a quem Mario Caravadossi deu guarida. Tosca recusa-se a responder, mas Scarpia tem Caravadossi na câmara de tortura da qual se ouvem os seus berros dizendo a Tosca para não ceder à chantagem do crápula. Os intérpretes desta obra prima são a soprano americana Leontyne Price, o tenor italiano Giuseppe di Stefano, o barítono Giuseppe Taddei e o grande maestro alemão Herbert von Karajan.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O quarteto alemão

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Publico aqui um quarteto de cantores acompanhados por piano a quatro mãos. São três lieder da obra Liebeslieder Waltzer (canções de amor em valsa) Op.52 e um do Neue Liebeslieder (novas canções de amor), op. 65 de Johannes Brahms. O primeiro é o No. 5 Die grüne Hopfenranke op.52; o segundo é o No. 1 Verzicht, o Herz, auf Rettung op. 65; o terceiro Schlosser auf, und mache Schlösser op.52 e por ultimo também do op.52 Am Donaustrande, da steht ein Haus. A ordem dos lieder é estritamente uma escolha pessoal. Os interpretes pela ordem de aparecimento nas fotos são: Edith Mathis (sop), Brigitte Fassbaender (mezzo) Peter Schreier (barítono) Dietrich Fischer-Dieskau (baixo).