domingo, 5 de abril de 2009

Amália

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Se na publicação anterior pus "os outros", agora "ponho-nos a nós". O fado é Lisboa dos meus pais e avós, de boinas, suspensórios e saias longas. É a saudade que corre no meu sangue dum país de que não me lembro.
À intérprete a quem mais devo, faço uma homenagem com: "Fado marujo", "Cuidei que tinha morrido" e "O grito".

"Desde que existe a morte, imediatamente a vida é absurda. Sempre pensei assim."

Amália Rodrigues

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